Politica
Delegado Teófilo diz que é perseguido por causa das ‘canetadas’
O delegado da Polícia Civil de Goiás (PCGO), Humberto Teófilo, vem usando suas redes sociais para reclamar de perseguição política contra sua pessoa, e por exercício da profissão no combate ao crime.
O delegado polêmico
Humberto deixou de comandar a Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia após vários embates polêmicos, incluindo a prisão de advogados.
Ele já havia sido transferido de Goiânia, também, segundo ele, por perseguição relacionada a processos na Corregedoria da Polícia Civil.
Ao todo, o delegado responde a nove procedimentos na Corregedoria da PC, grande parte relacionada com o “uso demasiado da caneta”, segundo dá a entender em suas declarações em rede pública.
Histórico de prisões
Com um histórico de várias prisões de pessoas poderosas, o último caso mais polêmico envolve a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás, quando uma advogada foi presa pelo delegado.
Em 2025, a OAB também representou contra Humberto Teófilo por causa da prisão de três advogados, que foram presos e liberados no dia seguinte depois de a prisão ter sido anulada pelo Ministério Público de Goiás (MPGO).
Embates com advogados
Aliás, prisão de advogados nunca foi caso isolado na atividade policial do delegado Humberto Teófilo, que acumula milhares de seguidores nas redes sociais, considerado por muitos como transparente e imparcial.
Para outros, incluindo representantes da OAB, Teófilo usa a estrutura da Polícia Civil para se promover, defendendo que a atividade policial não pode servir de palanque para vaidade ou projeto de poder.
Carreira
Aprovado no concurso de delegado da Polícia Civil de Goiás aos 25 anos de idade, o Delegado Humberto Teófilo ganhou notoriedade diante de diversos casos de combate à prostituição infantil, pedofilia, tráfico de drogas e crimes contra a administração pública.
Izaías Sousa

