Segurança e Justiça
Os dados da violência contra mulheres em Goiás e Jaraguá

Em 2025, dados mostram que Goiás teve registro de 216 casos de feminicídios consumados, com um aumento de 6,4% em relação a 2024.
Violência contra mulheres em Goiás
Mesmo com programas de segurança pública em plenas atividades no estado, como o Mulher Segura, da Polícia Militar, os casos de violência contra a mulher parecem só aumentar nas estatísticas.
Segundo o Governo de Goiás por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP-GO), de janeiro a março deste ano, 388 pessoas foram presas em operações conjuntas de Goiás com o Governo Federal por meio do Ministério da Justiça.
Operações de segurança
Em conjunto com as operações da Polícia Militar de Goiás, houve também a campanha Alerta Lilás, da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Nas operações policiais, foram cumpridos mandados de prisão contra pessoas investigadas ou condenadas pela Justiça por crimes de gênero. No total, as forças policiais prenderam 5.238 pessoas nos 26 estados e no Distrito Federal (DF).
Dados da violência de gênero
Segundo estudo, 22% das mulheres vítimas de violência denunciaram o caso, e, ainda assim, elas foram vítimas fatais de seus maridos ou companheiros.
Os casos de violência contra a mulher em Jaraguá têm alto número de registros, tanto na Polícia Militar quanto na Polícia Civil, responsável pela investigação criminal. Na maioria dos casos, os suspeitos ou agressores são presos, segundo notas enviadas à imprensa por meio da 15ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Jaraguá.
Sem dados em Jaraguá
Embora os casos de violência contra a mulher em Jaraguá acontecem de forma rotineira, não há registro de feminicídios na cidade que possa ser levado em consideração em estimativas, até porque, não haja dados exatos dos casos nos órgãos de segurança e de proteção às vítimas.
Órgãos como a Câmara Municipal, Prefeitura, Hospital Estadual (Heja) e a Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção Jaraguá, já anteciparam suas ações com medidas educativas e preventivas, com espaço para suporte para as mulheres vítimas da violência por meio da Ouvidoria da Mulher e outras ações educativas.
Relacionamentos abusivos
Mesmo com programas educativos e preventivos do governo federal e estadual, além das instituições que defendem os direitos das mulheres, lidar com a violência de gênero ainda é um desafio, levando em consideração que os crimes são premeditados, e não há como a polícia prever quando e onde vai acontecer, por mais que a vítima veja os sinais do agressor que pode terminar em morte.
Dizer não ao comportamento abusivo é o primeiro passo de vários outros que devem ser tomados pelas mulheres vítimas, incluindo denúncia, amparo psicológico, religioso e social.
Foto: GPT Intelligence