Segurança e Justiça

Ação e Trump sobre o PCC e CV foi estratégia política contra Lula

Ao considerar que o Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) são organizações terroristas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu uma tacada de mestre na articulação política com foco em estratégia militar.

Grupos terroristas na mira de Trump

Com base no Brasil, tanto o PCC quanto o CV, considerados como organizações criminosas de alto risco internacional, os Estados Unidos passam a monitorar as ações do governo brasileiro contra tais grupos no sentido de, se possível, fazer uma intervenção contra o Brasil, incluindo na economia e na área militar.

Em pleno ano eleitoral, o presidente Lula (PT) não esperava receber uma informação de alto comprometimento de sua campanha, principalmente após a visita de Eduardo Bolsonaro a Donald Trump, onde tratou sobre o PCC e o CV como grupos terroristas.

Intervenção dos Estados Unidos no Brasil

Articulistas políticos já consideram o caso como um dos mais delicados para o governo brasileiro, temendo várias intervenções dos Estados Unidos contra o Brasil com a tese de combate ao crime organizado, principalmente em relação ao narcotráfico e à lavagem de dinheiro.

Para os bolsonaristas, a ação de Trump em relação aos dois maiores grupos criminosos do Brasil foi uma decisão certeira, capaz de provocar mudanças política e econômica no governo de Lula, incluindo sua própria campanha para reeleição, beneficiando Flávio Bolsonaro na disputa pelo Planalto.

Economia do crime

Com a decisão, Trump abriu precedentes que justifiquem a intervenção dos Estados Unidos em vários setores que possam alimentar de alguma forma o PCC e o CV, incluindo transações bancárias, como o PIX, e outros setores estratégicos no cenário internacional.

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