Publicado em: seg, maio , 2017

Vereador diz que não pode haver perseguição política na administração


Um desabafo do vereador Leirso Cordeiro (PSB) levou os vereadores a se pronunciar sobre os investimentos da Prefeitura em obras sociais, incluindo alguns repasses e possível atos de perseguição política sobre servidores.

Leirso relatava, em detalhes, sobre alguns repasses que a Prefeitura deixou de fazer para a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), recurso na ordem R$ 2.800,00.

Dias depois da declaração em uma sessão na Câmara, o vereador recebeu algumas informações de que a Presidente da Apae estaria sendo ameaçada em instâncias superiores da instituição para que deixasse o cargo, fato que teria acontecido por um servidor público, ligado à base política de Zilomar.

Em redes sociais, o vereador questionou sua legitimidade de cobrar dos órgãos públicos ações de interesse público, alegando que o político tem que cobrar o que o povo necessita, fazendo alusão a alguns questionamentos sobre sua atuação na Câmara.

Para o vereador José Sabiá (PRB), alguns aspectos que configura perseguição política não deveriam existir na administração.

“O política tem que ser técnico, e não cabe perseguição política dentro de uma administração”, disse.

Os casos que configura perseguição política na administração vêm sendo narrados com detalhes por parte de muitos servidores públicos, alguns deles até investigados pelo Ministério Público por meio de denúncias.