Nem fiscalização resolve os problemas das feiras livres de Jaraguá

As feiras livres de Jaraguá serão alvos de fiscalização da prefeitura a pedido do Ministério Público de Goiás, que recomendou todas as ações necessárias por parte dos órgãos de fiscalização.

O que mais compromete os comerciantes é a falta de estrutura básica para acomodá-los, o que se arrasta há mais de uma década sem melhorias por parte do poder público municipal.

Na questão de higiene, o MP recomendou à Vigilância Sanitária ação para educar e interditar estabelecimento sem licença, ou que estão fora das normas sanitárias, como é o caso dos açougues.

Em 30 dias vence o prazo concedido pelo MP para as ações da prefeitura nas feiras livres, tempo considerado curto, considerado a gravidade em que estão funcionando.

Segundo o requerimento do Ministério Publico, é bem provável que não seja possível os açougues funcionarem nas feiras, já que nenhum deles cumpre o que determina a legislação sanitária.

Não pode comercializar carne sem licença de abate e origem, licença que nenhum comerciante de carne possui.

Os demais comerciantes serão notificados a retirar as licenças sanitárias, usar toucas e máscara para o manuseio dos alimentos.

Até hoje, as medidas adotadas pelo Ministério Público não surgiram afeitos efetivos, ou seja, os fiscais fazem o trabalho de enxuga gelo.

Segundo os profissionais da área de fiscalização, é necessário ação judicial para a interdição total de alguns estabelecimentos.

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