Publicado em: qua, maio , 2017

Após denúncia, direção do SCFV nega privilegiar alunos em cursos de dança


O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo (SCFV) atende cerca de 400 alunos em seus vários cursos ministrados na instituição social, em seus vários programas voltado para atender a comunidade, em especial as crianças de baixa renda.

Segundo nota do Ministério da Saúde, o serviço de convivência e fortalecimento de vínculos é, segundo a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, um serviço realizado com grupos, organizado de modo a prevenir as situações de risco social, ampliar trocas culturais e de vivências, desenvolver o sentimento de pertença e de identidade, fortalecer vínculos e incentivar a socialização e a convivência comunitária.

Possui caráter preventivo, pautado na defesa dos direitos e desenvolvimento das capacidades e potencialidades de cada indivíduo, prevenindo situações de vulnerabilidade social.

Trata-se de um Serviço da Proteção Social Básica do Sistema Único de Assistência Social, regulamentado pela Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais (Resolução CNAS nº 109/2009).

Em Jaraguá, o órgão era conhecido por PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil).

Segundo informações, havia pessoas sendo beneficiadas pelo programa e que supostamente não precisariam do serviço, já que o mesmo é prioridade para famílias de baixa renda.

A direção do SCFV, Geralda Aparecida, disse que não há nenhuma ação que privilegia alunos de família de alta renda como sendo prioritária, inclusive no curso de dança, como foi informada da reclamação.

Segunda ela, a reclamação está longe de ser configurada como verdadeira, até porque há vagas para o credenciamento de alunos; “seria ao contrário se fosse verdade”, disse ao JN.

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